domingo, 11 de setembro de 2022
Árvore da semana: Jatobá (Hymenaea courbaril L.)
quinta-feira, 8 de setembro de 2022
Bacuri, o fruto amazônico que encantou a rainha Elizabeth II.
O bacuri tem por nome científico Platonia insignis Martius, sendo, como se vê, nomeado pelo próprio Karl Friedrich Phillip Von Martius, autor da soberba Flora Brasiliensis. Pertence à família Clusiaceae.
O bacuri é uma fruta amazônica, com ocorrência que se estende ainda a a parte do Cerrado, ocupando os estados de Amazonas, Amapá, Pará, Roraima, Tocantins, Maranhão e Piauí.
O nome bacuri possui várias hipóteses de origem, mas todas se relacionam ao rápido amadurecimento e a seu uso como alimento.
Além da polpa, também a casca do fruto pode se prestar como alimento ou fonte de extração de essências alimentícias. As sementes fornecem um óleo com diversas utilidades. O farelo das sementes após a extração do óleo é usado na alimentação animal. Por fim, sua madeira é considerada de alta qualidade.
A espécie é manejada de forma extrativista, mas tem potencial para a formação de pomares, inclusive em áreas degradadas.
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/189688/1/Livro-Nordeste-1-2018.pdf
domingo, 5 de setembro de 2021
Relatório Técnico FEEMA, 1987 - Primórdios do reflorestamento na cidade do Rio de Janeiro.
Pessoas,
Trago aqui um registro histórico. O Relatório Técnico da FEEMA de 1987, escrito pelo biólogo Henrique Ferreira Martins, contendo toda a história do reflorestamento na cidade do Rio de Janeiro, desde os primórdios com o Major Archer até o ano de 1985, anterior ao início dos oprogramas atualmente em curso.
Baixe o material clicando no nome do arquivo ao lado: Martins, H.F. 1987. Relatório técnico para avaliação dos projetos de reflorestamento no município do Rio de Janeiro.
Dissertação de 2014 sobre evolução estrutural de um reflorestamento urbano na cidade do Rio de Janeiro
Pessoas,
Trago aqui uma bela dissertação de Ana Elena Muller, em que atributos estruturais de florestas secundárias e de reflorestamentos de restauração, a fim de avaliar a evolução e o sucessos destes últimos.
Leia e veja que a restauração florestal é possível.
Baixe o artigo aqui: Avaliação de uma Floresta Atlântica urbana em restauração: da ecologia às questões sociais
quinta-feira, 24 de junho de 2021
Artigo sobre aplicação prática da Ecologia da Restauração.
A Ecologia da Restauração é a base teórica da Restauração Ecológica. Desde os primeiros teóricos da sucessão, como Clements e Gleason com suas teorias concorrentes de monoclímax e policlímax, respectivamente, passando por Whittaker e a teoria do clímax padrão, até chegarmos às Regras de Montagem de Diamond e a Teoria dos Estados estáveis Alternativos de Jackson, muitos ajudaram a tecer o arcabouço acadêmico norteador das atividades práticas da restauração.
Nesse artigo de Vera Lex Engel e Renata Evangelista de Oliveira, são mostrados 52 indicadores de vários tipos - físicos e estruturais, de biodiversidade, de serviços ambientais, de processos ecológicos, econômicos e sociais - capazes de mostrar o sucesso da restauração.
Baixe o artigo clicando no título abaixo:













